O olho do destino

Todos os aspectos de nossa vida cabem num mapa astrológico. Fascinante, não?

Sabe-se que ele representa o céu no momento do nascimento da pessoa. É o mapa da mina, lido pelo astrólogo. Suas indicações podem ser úteis em momentos difíceis ou no acompanhamento de nossa jornada pelo tempo. Serve, por isso, também como poderoso instrumento para o autoconhecimento.

Mas há muitas possibilidades de leitura, reveladas de acordo com a formação do astrólogo e de acordo com sua especialidade profissional, que determinará essa direção.  
Hoje em dia, há inúmeras aplicações dos recursos astrológicos. Além da astrologia individual, temos também  a empresarial, a mundana, a horária, a preditiva, a eletiva entre outras.           

Dentro do setor de mapas individuais, podemos acompanhar os momentos de crise, os processos emocionais, o corpo e a saúde, a compreensão de nossa vida como uma jornada – quase sempre heróica – em busca de significados. Tenho observado também a forma como as pessoas aprendem, pois a maneira pela qual buscamos o conhecimento está na base de nossas realizações.
A função da leitura do astrólogo é decodificar os símbolos de maneira simples, pois eles falam de potencialidades a serem desenvolvidas, de habilidades que temos e de dificuldades a serem elaboradas.

Importante numa boa leitura de mapa, uma verdadeira mágica, é possibilitar aos indivíduos fazer a passagem do concreto (circunstâncias reais vividas) para o simbólico (significados para a mente, o coração e o espírito).

Quando isso acontece, a sala do consultório se ilumina.