A Escrita, expressão pessoal

Expressar-se no mundo nos traz oportunidade de nos conhecermos melhor. É também dar espaço para nossa identidade. Escrever é encontrar-se. Porém, nem sempre isso é fácil.

Produzir um texto requer muitas habilidades e ter repertório de leitura pode ser um bom começo. Se lermos mais e melhor, teremos mais possibilidades de nos expressar bem na língua escrita. Ser bom leitor, porém, não é garantia de bom texto.

E escrever pode ser uma necessidade e um desejo. Produzir pesquisa e relatórios profissionalmente pode ser tão importante quanto registrar experiências. Escrever textos pode nos conduzir a crescimento humano e ser diferencial qualitativo em nossa vida.

Tenho desenvolvido oficinas em que se realizam diversos tipos de texto, dos simplesmente informativos e dissertativos, aos literários que são verdadeira fonte de enriquecimento pessoal.

Se para você escrever for uma necessidade e faltam-lhe ainda recursos para isso, conte comigo. Há um caminho de aprendizado e de descoberta a ser trilhado. Conte com minha cumplicidade e, principalmente, não se culpe: muita gente odeia a análise sintática.

Trabalhos desenvolvidos:

• Co-autora do livro Acaba não, mundo. (lançamento em setembro/2011). Livro de crônicas do site www.cronicadodia.com.br, sob organização de Eduardo Loureiro.   
• Correção da prova de Português. Saresp. Avaliação da Secretaria de Educação do Estado de Sâo Paulo. Dezembro de 2010;  
• Oficina Capacitação para atividades da vida acadêmica (quatro horas de duração). Em disciplina do Mestrado no curso de Engenharia da Computação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas- IPT da USP. Novembro/10 e fevereiro/11;
• Oficina Capacitando para a produção de avaliações técnicas. Quatro oficinas (oito horas cada uma) para psicólogos e assistentes sociais. Escola de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo. Dias 23, 24, 30 de junho e 01 de julho de 2010;
• Palestra A Pesquisa e a produção de textos, para astrólogos. Organização da Coordenação da Regional de Brasília, da Central Nacional de Astrologia. Junho/2010;
• Coordenadora do departamento de pesquisa, com acompanhamento de trabalhos em suas várias etapas - Gaia Escola de Astrologia, 2005-2010;
• Oficina literária para Grupo de Terceira Idade - Unisal/SP, 2008-2010;
• Correção de provas de vestibulares na Faculdade Cásper Líbero (2002, 2003, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010);
• Aulas de redação no curso preparatório para concursos - Pró-concurso/SP, 2005-2009;
• Assessoria para grupo de pesquisa - Rio de Janeiro, em 2007;
• Workshop de produção de texto e assessoria na elaboração de trabalhos- Instituto de Análise Bioenergética de São Paulo, julho de 2006 e 2007;
• Correção de redação do ENEM (2001 a 2005);

Textos escritos

Tenho escrito algumas crônicas, contos, pura ousadia da veia que se quer um pouco literária. Aí vão alguns desses textos. Curtição e delírio nas palavras.

Outros textos no site da Crônica do Dia - http://crondia.blogspot.com

 

 

O time do coração - Crônica, Janeiro, 2010
 

Quando ele nasceu, estava escrito: certamente seria do meu time. Eu acompanharia seu crescimento, ele ganharia uma camiseta e aprenderia todas as palavras que designassem o time do coração da família, seus jogos importantes, jogadores especialmente dotados, gols históricos,enfim todo aquele conjunto que faz a alegria dos torcedores de qualquer time. No caso, era o Corinthians Paulista...

Grafiteiros - Crônica, Março, 2008
 

É assim em muitas cidades. Andando por elas, nos deparamos com paredes sujas, cheias de rabiscos, linguagem obscura, símbolos enigmáticos, sem significação para nós, leigos no assunto. Muitas vezes, porém, tais rabiscos chegam a ser formas em representação de interessantes cenas e personagens...

Gotas na janela - Conto, Novembro, 2007
 

A chuva diminuíra. As gotas iam descendo devagar. Outras, mais velozes, em ritmo diferente. Ora fazendo caminhos compridos e retos, ora, tortos. Algumas vezes rápidos ao longo do comprimento. Havia aquelas que se juntavam a outras na caída...


Rinoceronte – Texto literário, Maio, 2005
 

Passava por uma esquina. A visão lhe tomou completamente. Era somente uma criança, daquelas que pedem dinheiro, moedas, o que seja. Os cabelos não tão longos eram armados e abriam-se ao redor do rosto. Secos e desgrenhados. Os olhos eram muito acesos. Era magro e tinha uns dez anos. Pele escura. Parecia indiano... índio?  Um calção escuro cor de terra e uma camiseta em trapos pelas bordas das mangas...

Batom e blush – Crônica, Janeiro, 2004
 

A jovem e bonita vendedora da loja de cosméticos de um shopping começou, então, a passar nos meus cílios um preparado branco, especial para seu alongamento. Com cuidado, depois, passou a cor propriamente dita: um tom de marrom. Foram poucos e precisos gestos com um sorriso nos lábios que acompanhavam as falas da minha cunhada que fazia brincadeiras com a situação...